Medite!
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Isaias 40 - 31 - Entenda a Restauração da águia
Isaías 40:31 - Mas os que esperam no SENHOR renovarão as forças, subirão com asas como águias; correrão, e não se cansarão; caminharão, e não se fatigarão.
A águia pode viver cerca de 80 anos. Ela depende, na maioria dos casos, somente dela para sobreviver todo esse tempo. Entre os 40 e 50 anos de idade a águia precisa passar por uma série de transformações, que à levarão ao sofrimento extremo para que possa sobreviver. Ela sobe até o alto das montanhas, onde se sente mais segura, e começa todo o processo para a renovação. Primeiro a águia começa a arrancar toda a sua pelagem, pena por pena, com seu próprio bico, pois as penas já estão velhas, no que resulta a perca de aerodinâmica. Passado um mês toda a sua pelagem já está nova para voar em perfeição. Em seguida começa a quebrar suas unhas, velhas demais para segurar suas presas; elas tiram até a raiz para nascerem unhas mais fortes, parecidas com as de sua primeira caçada. Após um mês de recuperação e crescimento das novas unhas, a águia ainda precisa passar pela parte mais difícil do processo que é a quebra de seu bico, muito velho e envergado que dificultam para pegar sua presa. Ela bate o seu bico por diversas vezes com todas suas forças restantes, já que ela está muito debilitada por todas as dificuldades passadas no processo de mudança, até que ele se quebre e caia. Somente após um mês é que o novo bico estará forte para voltar a ativa, e a águia pronta para enfrentar novamente todas as dificuldades deste mundo.
Nós seres humanos somos iguais às águias. Entretanto, para vivermos muitos anos, precisamos reconhecer que não existe apenas uma mudança em nossas vidas, a mudança é algo constante. No começo toda mudança é difícil. Afeta toda a nossa estrutura montada em anos de trabalho / relacionamentos pessoais que deixam de existir por um determinado momento até que possamos nos estruturar novamente. É um recomeço.
Todos nos precisamos mudar, mas nem sempre estamos dispostos a sofrer e crer que ao fim das rochas, quando renovados, alçaremos vôos maiores e melhores.
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